Em
nosso Barroco, o centro econômico, político e social é a Bahia.
Expande-se a exploração do açúcar, que passa a ser a base de
sustentação da colônia. Consolida-se o poder colonizador, que prospera
cada vez mais e que será preciso defender da infiltração européia (
holandeses, franceses ). O colono familiariza-se com o lucro fácil, com
a riqueza. Surgem as casas grandes e as senzalas, os primeiros escravos
são importados da África e têm início as uniões entre índios, brancos e
africanos, fazendo surgir uma nova sociedade.
Vive-se
na opulência e no luxo. O jogo é cultivado como diversão ociosa. Esta
vida em pecado faz com que os colonos temam a Deus e seu dinheiro
servirá também para a construção de capelas, igrejas, conventos e
irmandades.Assim, na Bahia e em Pernambuco do século XVII, o Barroco do
Açúcar, em que a literatura se destaca como principal atividade
artística. Já em Minas Gerais e no século XVIII, desenvolveu-se o
Barroco do Ouro, em que se realçam, quantitativa e qualitativamente, a
arquitetura, as artes plásticas e a música.
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